sábado, 1 de outubro de 2011

Indicação de leitura

O Poço e a Pedra

Um monge peregrino caminhava por uma estrada quando, do meio da relva alta, surgiu um homem jovem de grande estatura e com olhos muito tristes. Assustado com aquele aparecimento inesperado, o monge parou e perguntou se poderia fazer algo por ele.

O homem abaixou os olhos e murmurou envergonhado:

- Sou um criminoso, um ladrão. Perdi o afeto de meus pais e dos meus amigos. Como quem afunda na lama, tenho praticado crime após crime. Tenho medo do futuro e não sinto sossego por nenhum instante. Vejo que o senhor é um monge, livre-me então desse sofrimento, dessa angústia! Pediu ajoelhando-se.

O monge, que ouvira tudo em silêncio, fitou os olhos daquele homem e alguns instantes depois disse:

- Estou com muita sede. Há alguma fonte por aqui?

Com expressão de surpresa pela repentina pergunta, o jovem respondeu:

- Sim, há um poço logo ali, porém nele não há roldana, nem balde. Tenho aqui, no entanto, uma corda que posso amarrar na sua cintura e descê-lo para dentro do poço. O senhor poderá tomar água até se saciar. Quando estiver satisfeito, avise-me que eu o puxarei para cima.

O monge sorrindo aceitou a idéia e logo em seguida encontrava-se dentro do poço.

Pouco depois, veio a voz do monge:

- Pode puxar!

O homem deu um puxão na corda empregando grande força, mas nada do monge subir. Era estranho, pois parecia que a corda estava mais pesada agora do que no início. Depois de inúteis tentativas para fazer com que o monge subisse, o homem esticou o pescoço pela borda, observou a semi-escuridão do interior do poço para ver o que se passava lá no fundo. Qual não foi sua surpresa ao ver o monge firmemente agarrado a uma grande pedra que havia na lateral.

Por um momento ficou mudo de espanto, para logo em seguida gritar zangado:

- Hei! que é isso? O que faz o senhor aí? Pare já com essa brincadeira boba! Está escurecendo, logo será noite. Vamos, largue essa rocha para que eu possa içá-lo.

De lá de dentro o monge pediu calma ao rapaz, explicando:

- Você é grande e forte, mas mesmo com toda essa força não consegue me puxar se eu ficar assim agarrado a esta pedra. É exatamente isso que está acontecendo com você. Você se considera um criminoso, um ladrão, uma pessoa que não merece o amor e o afeto de ninguém. Encontra-se firmemente agarrado a essas idéias. Desse jeito, mesmo que eu ou qualquer outra pessoa faça grande esforço para reerguê-lo, não vai adiantar nada.

- Tudo depende de você. Somente você pode resolver se vai continuar agarrado ou se vai se soltar. Se quiser realmente mudar, é necessário que se desprenda dessas idéias negativas que o vêm mantendo no fundo do poço.

Desprenda-se e liberte-se.

A escuridão nada mais é do que a falta de luz, assim como o mal é a ausência do bem. Quando pensamentos negativos turvarem seus pensamentos, ocultando seus melhores sentimentos, busque a luz da verdade e o caminho do bem.

Abandone as pedras da ignorância e do medo que o mantêm prisioneiro de suas próprias imperfeições, nos poços do egoísmo e do orgulho.

Largue a pedra e acenda a luz!

Fonte: planetamais

Por um Mundo Melhor!

quinta-feira, 17 de março de 2011

Ganhei novo selinho


Ganhei esse lindo selinho da amiga Aninha
no seu blog Paraiso do educando
.
Amei esse blog por trazer conteúdo interessante e renovador.
Parabéns pelo seu trabalho e sua solidariedade em dividir com todas nós educadoras.

SELINHO PARA TODOS OS MEUS SEGUIDORES E OS BLOG:

sábado, 12 de março de 2011

Dia do Bibliotecário



Senhor, tu me deste o dom da paciência e,
Mais do que ela, o de ouvidor;
De silenciar e de achar justificativas
Para cada "típico" usuário da informação
Que busca o meu auxílio.
Eu sou o elo entre a informação e a necessidade do usuário.
Eu sou o seletor dos documentos.
Eu sou o intérprete dos desejos alheios.
Faze, Senhor, que eu me policie diante da vontade
De interferência na necessidade de outrem.
Eu sou o leitor telegráfico e assíduo de tudo a que tenho acesso.
Faze, Senhor, com que eu saiba discernir entre o necessário
E o desnecessário, a fim de atender às pessoas.
Eu sou o protagonista de cenas isoladas e pesquisas exaustivas.
Faze, Senhor, com que eu possa ser assistido
Pelas pessoas certas.
Senhor, permite que eu me mantenha fiel
Ao compromisso de informar, indistintamente,
A todos que procurarem por uma informação.
Permite que eu não vacile diante dos trabalhos exaustivos.
Que eu não esmoreça diante das críticas.
Que eu não duvide da capacidade
De servir aos amantes da informação.
Permite que eu seja criativa a cada novo sol,
E, quando dele me afastar,
Seja porque me aproximei de ti para sempre.
Amém!

Autora: Maria Aparecida Sell
CRB-14/056
Santa Catarina
PARABÉNS!!!!!!!!!!!!!!
ERICA